terça-feira, 21 de setembro de 2021

A IMPORTÂNCIA DA PRESENÇA DE NEGROS EM CARGOS DE LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES

Líderes negros em cargos de liderança é de suma importância para o desenvolvimento do país de do mundo. Em pleno século XXI, não faz o menor sentido considerar a etnia como critério de um processo seletivo, seja qual for a justificativa.

Peter Schutz, empreendedor alemão que presidiu a Porsche nos anos 80, afirmava o seguinte: "contrate o caráter, treine as habilidades". Isso nos dá uma visão do quão  o racismo é retrógrado e improdutivo. Estamos falando de um pensamento dos anos 80 que prioriza o caráter até mesmo acima de critérios técnicos.

A representatividade seria o benefício mais evidente da contratação de líderes negros nas empresas. Obviamente não poderia ser um cargo de supervisão, ou coordenação, mas um cargo executivo, do contrário serviria apenas para dar uma satisfação tímida à opinião pública.

Qualquer jovem negro no início da carreira profissional gostaria de identificar-se com um dos executivos da empresa onde trabalha a empresa estaria mostrando ao jovem profissional que a etnia não é critério restritivo para a contratação ou promoção.

É de grande importância que as empresas percebam esta medida como algo necessário, uma nova e correta maneira de lidar com algo tão retrógrado quanto o racismo. Mesmo que se considere os aspectos controversos da pauta racial no Brasil, colocar um negro em um cargo de liderança pode catapultar a empresa para além da discussão do tema e fazer dela um exemplo a ser seguido.

Com a devida capacidade técnica aferida, sob olhares escrutinadores, capazes de identificar a mais sutil atitude de preconceito por parte dos avaliadores no processo seletivo, esse profissional também trará à empresa, uma visão mais sensível ao problema nos departamentos ou filiais, no relacionamento com fornecedores e clientes.

A presença de negros em cargos de liderança também pode influenciar positivamente a cidade, estado ou até mesmo o país ou países onde essa empresa está presente. Cada jovem negro que ambiciona tornar-se um executivo de uma grande empresa, verá esses líderes muito mais do que alguém em quem se espelhar, mas a constatação de que seus esforços não serão em vão, que não serão barrados pela cor da sua pele.

A DINÂMICA DO MEIO AMBIENTE DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

 Experimentamos uma mudança significativa no comportamento das pessoas ao redor do mundo em decorrência da pandemia. Assustadas com o risco, até então desconhecido, de sair às ruas, os parques, de praticamente todas as cidades do mundo, ficaram desertos de um dia para o outro. A mesma coisa aconteceu com praias, montanhas, trilhas ecológicas e demais pontos turísticos ecológicos.

Da mesma forma indústrias deixaram de operar, veículos pararam de funcionar e outras atividades humanas que geram poluentes ou que degradam o meio ambiente interromperam quase a zero suas atividades. Muitas delas fecharam ou passaram por uma grande crise até que se entendesse melhor a dinâmica da pandemia, o comportamento do vírus, os meios de contágio e o desenvolvimento de vacinas.

Essa ausência praticamente absoluta do ser humano no meio ambiente, possibilitou a paralização da degradação ambiental em muitos lugares. Em outros observou-se até o reaparecimento de condições que pareciam ter desaparecido como a Cordilheira do Himalaia que voltou a ser vista da Índia por causa da redução da poluição no país.

Na contramão desses eventos positivos, houve, por exemplo, um aumento de 111% do consumo de pacotes de laranja na Itália e o lixo hospitalar chinês quadruplicou. Ao mesmo tempo em que a ausência do ser humano criou condições favoráveis ao meio ambiente, sua permanência em casa aumentou o consumo de embalagens oriundas de empresas de delivery de alimentos e outros itens.

Apesar de termos mudado de forma significativa nosso perfil de consumo por conta das restrições impostas, o meio ambiente continuou a sofrer as consequências da má administração dos recursos naturais e a mercê do homem como produtor e emissor de agentes poluentes.

Seria bastante útil ao planeta e às futuras gerações se essa momentânea pausa ocorrida na poluição e essa breve demonstração da natureza de que é possível recuperar paisagens e recriar recursos, pudesse influenciar governos e empresas ao redor do mundo a reavaliar a forma como lidam com seus agentes poluentes e com os recursos naturais impactados por sua existência.

Com o desenvolvimento das vacinas e a crescente relaxamento das regras de isolamento social, o que vemos é o retorno do homem à antiga conduta. O que se avizinha é a constatação de que a pandemia nada ensinou ao homem, a Covid-19 será apenas mais um vírus com a qual teremos que lidar.

A PRIVACIDADE DOS DADOS COMO MERCADORIA NA INTERNET

A privacidade dos dados como mercadoria na Internet é algo que precisa ser exaustivamente avaliado. Ao mesmo tempo que oferece muitas vantagens, pode, em alguns casos, gerar danos desnecessários que poderiam ser evitados com critérios bem definidos sobre o que é ou não considerado dado sensível.

Podemos considerar que, divulgar informações a nosso respeito, são úteis para que possamos ser expostos apenas àquilo que nos interessa. Quanto mais as empresas sabem sobre nossos gostos, preferências musicais, por exemplo, roupas que elogiamos, fotos de lugares com comentários nossos, dizendo que gostaríamos de vista-los algum dia, menos seremos expostos a comerciais que não nos interessam e a sugestões que não seguiremos. Isso poderá, não só, reduzir a quantidade de lixo eletrônico existente, como também poderá significar uma redução nos custos das empresas ao atingirem, de forma mais apurada, seus clientes potenciais, com uma margem de retorno maior desse investimento.

Por outro lado, não podemos esquecer que, no meio dessas vantagens competitivas e da forma mais racional com que as empresas passam a falar conosco, há o risco de haver uma extrapolação do que se deve ou não divulgar, manipular ou compartilhar sobre as pessoas. É provável que alguns direitos fundamentais de liberdade e privacidade sejam violados e algumas pessoas venham a se sentir vulneráveis, constrangidas ou, até mesmo, poderão ser colocadas em risco em países onde certas informações podem representar a diferença entre viver e morrer.

A Lei Geral de Proteção de Dados representa um avanço considerável e importantíssimo na manutenção do direito e da liberdade da pessoa natural. Com o tempo, e com o devido amadurecimento e acompanhamento rigoroso do poder público, chegaremos a um modelo de gestão da informação que nos colocará num patamar de segurança tal que passaremos a usufruir apenas dos seus benefícios, já que seus malefícios já estarão devidamente mitigados.

Sendo assim, ao administrar de forma responsável os problemas advindos da utilização de dados pessoais como mercadoria na internet, teremos a oportunidade de aperfeiçoá-la com pontos que ainda não haviam sidos previstos na lei. É por meio desse ciclo de aplicação e aprendizagem que garantiremos o equilíbrio entre aquilo que é considerado um dado com valor positivo de mercado do que é violação da privacidade.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

POLÍTICA E RELIGIÃO NÃO SE DISCUTE?

Até pouquíssimo tempo, política era assunto proibido em qualquer roda de conversa. Era só alguém começar a falar do assunto para qualquer pessoa sensata sentada à roda dizer: "deixa esse assunto pra lá, política e religião não se discute". E realmente, ninguém deveria discutir política nesse tempo, as informações disponíveis sobre o assunto, embora abundantes em suas fontes oficiais, eram ignoradas pelo que o Emílio Surita, apresentador do programa pânico na rádio chama de "afegão médio". Ninguém queria saber de política. E os poucos que se importavam com algo parecido com política, eram cabos eleitorais em tempos de eleição interessados em uma "boquinha", um cargo comissionado pra chamar de seu ou por políticos profissionais a costurar alianças duvidosas com outros políticos profissionais independente das divergências administrativas e muito menos ideológicas entre ambos, o importante era assegurar o mandato na próxima eleição. Fora isso, a política como assunto corriqueiro em mesas de bar, reuniões de família e demais encontros sociais era mais que evitado, chegava a ser uma questão de bom senso desencorajar qualquer "embrião" de conversa sobre.
Graças a esquerda e seus numerosos intelectuais, hoje o chamado, "afegão médio" é um sujeito muito mais politizado. Hoje conhecemos o nome (e completo) de ministros, deputados estaduais e municipais, nos organizamos para não votarmos em legendas e participamos ativamente de movimentos políticos nas ruas e nas redes sociais.
Infelizmente pela perda da sua legitimidade e felizmente pela perda da sua representatividade, nos livramos de um governo caótico. A esquerda e seu representante máximo, o ex-presidente Luís Inácio da Silva (sim, o Lula é, originalmente, alcunha), enebriou-se (desculpem o trocadilho) com o poder e deixou ruir o mais forte, robusto e talvez o único sustentáculo verdadeiro da sua política - a brilhante (embora nefasta) retórica construída por muitas décadas, entre candidaturas fracassadas, mandatos e um tocante passado de perseguição política que nos envergonha e que, de certo modo, serviu como combustível durante muito tempo para discursos inflamados sobre liberdade, igualdade, distribuição de renda e reforma agrária. Deixou nas mãos da ex-guerrilheira do Var Palmares e do COLINA o importante papel de continuar usando a palavra para nos fazer acreditar no paradoxo de que tudo estava bem apesar de tudo. O que a ex-presidente Dilma Vana Rousseff conseguiu, foi colecionar discursos sem pé nem cabeça, memes e uma curiosidade coletiva sobre sua verdadeira capacidade administrativa.
Essa curiosidade bastou como "fio da meada" para suas pedaladas fiscais e investimentos duvidosos em outros países. A cada dia que passava, ficava mais evidente a ligação desse fio, com outra "meada" que começou a ser desenrolada pela polícia federal num certo posto de gasolina no Maranhão, meu tesouro meu torrão.
Depois de um impeachment, um presidente interino de quem tínhamos tudo a "temer", depois da campanha eleitoral mais barata da história política do país e uma legítima e democrática eleição direta, até a TV Senado, passou a ter audiência. A esquerda em seu papel de atrapalhar o governo em vez de vigiar e cobrar de forma efetiva por benefícios ao povo brasileiro, indiretamente nos mantém a par de tudo que acontece dentro e fora dos "bastidores" do poder. Suas mais que duvidosas intenções nos estimulam a procurar a verdade dos fatos, as fontes das fontes e, quase sempre, a esquerda ou alguém ligado a esquerda é o vilão da estória.
É por isso que acredito que devemos à esquerda este Brasil mais politizado e consciente. E daqui por diante, política e religião se discute sim. Mas religião é assunto para outra postagem e para outra revolução histórico-cultural.

COMO REMOVER O SEGURAZZO DO COMPUTADOR (E BAIDU TAMBÉM)

Olá,

Com o notebook muito lento e vendo aparecer a toda hora a tela do Segurazzo, resolvi achar uma maneira de removê-lo. Segue abaixo os passos (muito simples) que eu segui e resultaram no fim definitivo do Segurazzo no meu computador e, de quebra, ainda retirei vestígios do Baidu que ainda aparecia em alguns registros do computador.

PASSOS:

1. Para acessar o editor de registros, segure a tecla com símbolo do windows no teclado do seu computador e pressione R (ÿ+R) e digite REGEDIT. Ou simplesmente digite REGEDIT na janela de pesquisar programas e arquivos do seu Windows. Deverá aparecer uma janela semelhante a esta:


2. Selecione a primeira pasta abaixo da pasta Computador na janela da esquerda:

3. Pressione CTRL+F e localize a expressão SEGURAZ e vá deletando pastas e arquivos (alguns não serão permitidos, não se preocupe, procure pela próxima ocorrência da palavra) até chegar ao final dos registros. Repita a operação utilizando a expressão BAIDU caso você esteja tendo problemas com o Baidu.

4. Reinicie o computador.

Se você não conseguir, comente esta postagem e eu tentarei ajudar. Abraço.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

OS SMURFS, PT, LULA E O BARRETE FRÍGIO

Barrete Frígio, Barrete Phrygio ou Barrete da Liberdade, é uma touca ou carapuça originariamente usada pelos moradores da Frígia, região onde se situa a Turquia, adotada na cor vermelha, pelos republicanos franceses que lutaram pela tomada da Bastilha em 1789, que culminou com a instalação da primeira república francesa em 1793. Por essa razão, tornou-se um forte símbolo do regime republicano. Também vemos barretes frígios sobre a cabeça dos Smurfs, uma franquia de mídia criada pelo ilustrador belga Pierre Culliford. Nesse desenho animado famoso nos anos 80 e 90, que ganhou sua versão live action duas vezes, vemos uma comunidade onde todos os seres são azuis e se vestem igual, roupas e barrete branco, exceto o Papai Smurf que usa barba e um barrete vermelho, simbolizando a liderança conquistada pela sabedoria. Karl Marx, principal teórico socialista, afirmava que o maior problema do capitalismo é a propriedade privada.
Na comunidade dOs Smurfs tudo é de todos. A comunidade trabalha unida para suprir as necessidades de cada um como moradia e alimentação. Apesar dos talentos individuais como o Habilidoso e o Gênio, não há preconceitos ou distinções sociais entre eles. Assim como não existe capitalismo, também não existe o culto a uma divindade como no socialismo. Celebram o natal mas não fazem alusão ao significado da data em nenhum episódio. Gargamel, a metáfora do capitalismo, quer usar os Smurfs numa porção para criar ouro, significando a ambição pessoal se sobrepondo ao respeito ao próximo. Da mesma forma que Marx afirmava que a opressão feminina era resultado do capitalismo, Gargamel cria a Smurfette, morena e maldosa, com o intuito de semear a discórdia entre os Smurfs, posteriormente transformada, num passe de mágica do Papai Smurf, numa loirinha gentil. Embora os criadores neguem a relação Smurfs-Marx, não deixa de ser uma divertida analogia. Quanto ao Papai Smurf assemelhar-se com qualquer pessoa, livre ou não, deixo por conta da sua imaginação.
Uma terceira alusão ao Barrete Frígio, vem de um Ilustre cearense, Julio Cesar da Fonseca Filho (10 de outubro de 1850 - 18 de abril de 1931), natural de Aracati-CE, abolicionista republicano, autor do jornal homônimo cuja única edição, publicada em papel vermelho, foi motivo de ter que se esconder da polícia. É autor de versos como o Hino revolucionário: "Quebre-se o cetro do rei!; Rasgue-se o manto real!" e Gritos de Desespero:"Convertam-se os régios mantos em andrajos de  pobreza, sirvam as tábuas do trono pra esquife da realeza.".
Fiz essas referências para ilustrar a relevância e a profundeza dos ideais do PT na história do Brasil, a importância do Lula para a política brasileira e como é triste vê-lo enredado em corrupção e lavagem de dinheiro e como é lamentável assistir o partido naufragar, vítima de si mesmo.
De sua ideologia político-partidária, criada no final dos anos 70 a partir de movimentos sindicais e caracterizada pela espontaneidade, pela crítica à ditadura, ao capitalismo e até a certos aspectos do socialismo, até a sua atual situação: presidente de honra preso, primeira ex-presidente rejeitada nas urnas e iminente derrota nas eleições presidenciais para um candidato e um partido política e intelectualmente inexpressivo, mas que soube ouvir a voz do povo, como disse o controverso rapper Mano Brown, o que sobra, além da vergonha alheia, é a oportunidade de reinventar-se, de voltar às bases (olha o rapper de novo) e resgatar suas origens, reconhecer seus erros e reconquistar a confiança do povo. Caso contrário, deixará claro para todos nós brasileiros que sempre foi um projeto de poder, nunca houve uma estrela vermelha, só um barrete vermelho desbotado, obsoleto e sujo.

Fontes:
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/os-smurfs-pregavam-o-comunismo/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barrete_fr%C3%ADgio

quarta-feira, 14 de março de 2018

ANDANDO NO CORREDOR

Definitivamente, andar no corredor é uma arte. Aquele espaço nem sempre certinho, quase sempre sinuoso, já que quase nenhum carro fica direitinho, alinhado atrás do carro à frente, que é cheio de retrovisores, de todas as alturas e tamanhos, não é o que se pode chamar de caminho tranquilo.
Se você pretende se aventurar na arte de pegar um corredor para chegar mais cedo ao seu destino, esteja pronto para assumir riscos, uma vez no corredor, você é o único responsável em evitá-los.
Por isso, sempre ande em velocidade reduzida, uma velocidade onde a frenagem é imediata e que sua moto não precisará de nenhum centímetro para parar totalmente. Fique com a mão direita e o pé direito de prontidão para uma parada de emergência e observe o comportamento dos veículos e, principalmente, dos motoristas. Tente ver se estão usando celular, se estão conversando com outra pessoa, ou se simplesmente estão distraídos. E você não precisa ter certeza de nada disso, basta suspeitar que o carro à frente está sendo conduzido por algum distraído para justificar uma buzinada, uma acelerada ou algumas piscadas com o farol apontando para o retrovisor do carro.
Vencida essa etapa, vamos falar do próximo perigo que são as ondulações no asfalto.
Numa cidade mais estruturada, onde as ruas e avenidas são construídas para suportar exatamente o tráfego que recebem, isso não se torna um problema. Agora, se sua cidade for como a minha, em que o asfalto além da baixa qualidade, não está dimensionado para o tráfego que recebe, você pode se deparar com deformações que podem te desequilibrar. Eu explico: as rodovias e pistas que recebem caminhões, ônibus e outros veículos pesados, é construída para receber o peso e a frequência desse tráfego, portanto são mais resistentes e construídas com materiais mais caros e com técnicas mais apuradas de pavimentação. Diferente das vias e ruas menores que recebem carros pequenos e pouco fluxo de veículos e por esse motivo, recebem uma pavimentação mais barata com técnicas mais simples. Isso não significa que são ruins, significa que não há necessidade de usar materiais caros para pistas sem retorno econômico ou social, ou seja, não passam caminhões de carga nem ônibus, só carros de passeio em sua maioria.
Quando essas regras não são obedecidas, ônibus e caminhões começam a deformar o asfalto e a criar trilhas no asfalto que cede ao peso desses veículos. E adivinha onde fica a ondulação mais à esquerda dessas vias mal dimensionadas? Exatamente, no corredor. É nesse momento que a prudência manda reduzir a velocidade para que você possa "lutar" mais facilmente com essas ondulações, evitando assim, ser jogado para o carro ao lado.
Algumas pessoas poderiam dizer que o corredor é um dos principais motivos para se ter uma moto. Eu diria que não faria nenhum sentido ter um moto que não pudesse vencer o trânsito e pegar um corredor para ganhar tempo. Mas é preciso tomar certos cuidados para a vantagem não se transformar num perigo para você e para os outros. Salve!