E aí, beleza? Recentemente eu estava indo para o trabalho de moto, passando pela sempre engarrafada Jerônimo de Albuquerque na altura do Angelim, quando lembrei da importância de regular a manete de embreagem da moto. Lembrei disso porque o engarrafamento, a marcha lenta, escraviza a mão esquerda do motociclista à embreagem.
Se você usa motos de até 300cc, provavelmente não vai sentir muita dificuldade em acionar a embreagem da moto tantas vezes. Já se sua moto for maior, você vai perceber que a manete da embreagem, embora macia, exigirá um pouco mais de firmeza para a troca de marchas e, com o tempo, você poderá sentir dor na mão esquerda, ou até mesmo uma lesão, causada por esse esforço repetitivo.
Para tentar evitar esse problema, existem 3 cuidados que você pode tomar para evitar ou retardar as consequências da repetição desse movimento.
O primeiro e mais importante é manter o conjunto, manete e cabo de embreagem bem lubrificado, evitando assim imprimir mais força que o necessário para acionar a embreagem da moto.
O segundo, é investir alguns minutos em ajustar a altura da embreagem, de modo a evitar que a sua mão esteja completamente aberta quando o curso de acionamento da embreagem começar.
O terceiro e não menos importante é largar completamente a embreagem após a troca da marcha. Isso costuma ser um vício em alguns motociclistas e abandonar esse vício realmente poderá ser um desafio para você.
Assim como nos carros onde as pessoas costumam "descansar" o pé sobre a embreagem, na motocicleta pode acontecer o mesmo com o piloto que costuma ficar com a mão sobre o conjunto manete-guidão. Esse costume, além de abreviar a vida da embreagem da moto e cansar a mão, torna mais fácil para um buraco, "tomar" o guidão da moto da sua mão.
Então, lembre-se. Da próxima vez que estiver pilotando, tente se lembrar de soltar completamente a embreagem após a troca de marcha e pilotar agarrando firme (mas suavemente) somente o guidão da sua moto até que o freio ou a embreagem sejam necessários novamente.
Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de motocicleta e das diversas vantagens do uso desse divertido veículo. Desde a possibilidade de economizar tempo e dinheiro "furando" o engarrafamento e percorrendo dezesseis quilômetros pra conseguir queimar um litro de gasolina, até compreender a motocicleta como um veículo que contribui para a redução da emissão de poluentes.
No entanto, a motivação deste post está na relação curiosa das pessoas com os motociclistas e suas reações no trânsito na presença de uma moto, seja ela qual for. Já comentei em outras ocasiões, sobre o costume dos "carreiros" - já que nos chamam de "motoqueiros" - de deixar uma distância que eles entendem ser segura no semáforo quando estamos presentes. Como se a qualquer momento fôssemos baixar o descanso da moto e os assaltar no semáforo. Isso e as levantadas de vidro já é uma atitude bastante comum. Já até fiz "BU!" pra um carro que levantou o vidro rapidinho ao me ver chegar pelo retrovisor. Medo de assalto, eu entendo.
Agora, a mais nova moda entre os imbecis atrás do volante é o esguicho do limpador de para-brisa desregulado quando olham um de nós atrás do carro deles. Fica o alerta aos motociclistas, essa gente bacana e solidária que não tem medo do trânsito e encara com bom humor essa cambada de bunda-mole espalhada por esse brasilzão de meu Deus. Um feliz 2017 a todos os motociclistas jovens, cromados de todas as marcas e cilindradas.
Pois é, depois de um longo e ensolarado inverno, tipicamente maranhense, resolvi voltar a blogar. E a motivação é mais que justa - trata-se de um homem cuja vida faz jus ao seu nome. Não vou explicar o que é Asclépio, quem quiser saber ponha os óculos de mergulho (google).
Não tenho imagens cândidas da sua presença, não tenho guardado em minha memória, gestos de carinhos físicos ou palavras doces. Tenho a imagem marmorizada de um operário erudito, de um poeta de mãos calosas, um gourmet que me ensinou o prazer do café com farinha, de um homem sem posses de quem herdei riquezas, valores familiares e retidão de caráter.
Sua lida, solitária por opção, deu qualidade à sua transitória presença, minha perspectiva infantil, via como festa tua chegada, o clima de família reunida, completa, causada por sua folga periódica. Sua partida, se era furtiva para se esquivar da despedida ou se foi gentilmente apagada da minha memória, não ocupa minha mente.
Sua disciplina de bronze, saúde de ferro e retidão de aço, me proporcionam hoje, saber o que fazer com dilemas éticos e morais. Nunca te vi relativizar o errado, premiar a preguiça, ou enaltecer a negligência. Nas tuas chegadas, não te deitavas como um sultão envaidecido da dura labuta, trabalhavas diligentemente para ajudar a manter a casa. Eras eletricista, encanador, pintor, pedreiro, jardineiro e montador de árvore de natal.
Não sei quantas vezes, no meio da floresta amazônica ou em alto mar, sentiste medo em secreto, da responsabilidade de tanta gente sob teu teto, tantos filhos, tanta coisa e a impotência da distância e o isolamento forçado pela falta de um simples telefone.
Quero honrar, neste dia comum, os atos silenciosos de heroísmo de um pai comum. Um homem sem posses, sem tesouros de papel ou metal, que plantou dentro de nós, tesouros importantes que a traça e a ferrugem não corroem, como diz Jesus. E isso não é o eufemismo de pobre, é a certeza de que riquezas materiais não transmitem os mesmos valores e muito menos os compra.
Ainda hoje, quando te abraço, rogo a Deus que te abençoe e te proteja. Como assim fizeste conosco por tantos anos em parceria indelével com nossa mãe que já se foi para perto de Deus.
Não tem jeito mesmo, o ser humano é impossível! Uma maniazinha chata de achar que não é diferente, que não é uma obra-prima por si só... Adora exclusividade, vanguarda, gosta de chocar, de acontecer, abalar. Um porre!
Facebook então, o filhote de Orkut que se transformou numa praça de "aparecidos" numa arena de esquecidos, doidos para serem lembrados a todo (e a todo mesmo) custo. Esfolando animais inocentes, tirando a roupa, fazendo, de pose de meretriz a pose de go-go-boy, só pra chocar e fazer tipo. Vendo de perto, é gente igualzinho ao seu primo ou a sua tia - talvez faltando um parafuso diferente - mas sempre faltando um parafuso. Afinal de contas, quem tem todos?
As redes sociais colocaram nas mãos das pessoas, uma lente de aumento voltada para o mundo. Se alguém apontar sua lupa na cara de um qualquer na hora certa, não vai levar mais de uma semana para ser entrevistado pelo Jô Soares ou pela Marília Gabriela. Só não vai ser entrevistado pelo Faustão porque ele mesmo não deixa ninguém falar.
Daí, o que sobra da velha certeza das coisas, é se sustentar até que a próxima frase de efeito seja postada. Até que alguém venha e transforme, o finado Chorão, numa espécie de mártir intelectual incompreendido e injustiçado pela mesma indústria que o divulgou. Assim fizeram desde Elis Regina, se bem me lembro, passando por outras pessoas comuns como eu e você, com problemas comuns como os meus e os seus.
Daí, Renato Russo, Cazuza, Cássia Eller, Michael Jackson, Jimi Hendrix, River Phoenix, Marilyn Monroe, Kurt Cobain, Jim Morrison, Raul Seixas, Amy Winehouse, Tim Maia e outros tantos, viraram estandarte cultural porque alguém com um bom domínio das palavras, influencia os iletrados conectados a "curtir", "compartilhar" e pior, "comentar", ajudando a consolidar a infeliz ideia de que não morreu só mais uma pessoa (importante só por ser gente), mas que foi uma perda irreparável para o mundo. Nesse aspecto, acho que prefiro os artistas de "combustão rápida" que somem na multidão depois de alguns dias de fama e dinheiro, suficientes para realizar o sonho da casa própria, fazer um senhor pé-de-meia e sumir após reconhecer que confundiu sorte e ocasião com talento.
Fico imaginando o Brasil com a seguinte estrutura administrativa escolhida pelo povo:
Sabrina Sato- Ministério da Educação
Andressa Soares - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Ângela Bismarchi - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Paula Fernandes - Ministério da Cultura
Alexandre Frota - Ministério da Defesa
Viviane Araújo - Ministério da "Fazenda"
Marco Feliciano - Ministério da Integração Nacional
Roberto Justus - Ministério da "Justiça"
Daniella Cicarelli - Ministério da Pesca e Aquicultura
Silvio Santos - Ministério da Previdência Social
Gracyanne Barbosa - Ministério da Saúde
Gugu Liberato - Ministério das Cidades
Fernanda Keulla - Ministério das Comunicações
Tiririca - Ministério das Relações Exteriores
Pelé - Ministério de Minas e Energia
Sérgio Reis - Ministério do Desenvolvimento Agrário
Ana Maria Braga - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Michel Teló - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Neymar - Ministério do Esporte
Eike Batista - Ministério do Meio Ambiente
Geisy Arruda - Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão
Bruna Marquezine - Ministério do Trabalho e Emprego
Nicole Bahls - Ministério do Turismo
Rubens Barrichello - Ministério dos Transportes
Eu ainda estou dando conta dos ilustres da minha terra que são muitos e conheço poucos. E ainda estou na lista da literatura:
Miguel Veiga - Artista Plástico e Professor
Odilo Costa Filho - Dramaturgo e Escritor
Odorico Mendes - Jornalista e Escritor
Cândido Mendes de Almeida - Jurista, Historiador, Geógrafo e político
Aluísio Azevedo - Escritor
Arthur Azevedo - Ensaísta e Escritor
Bandeira Tribuzi - Poeta e Escritor
Carlos Cunha - Poeta e Escritor
Coelho Neto - Poeta e escritor. Autor do termo "cidade maravilhosa" em homenagem ao Rio de Janeiro
Estevam Ângelo de Souza - Escritor e teólogo
Ferreira Gullar - Escritor
Franco de Sá - Escritor
Gonçalves Dias - Poeta e Escritor
Graça Aranha - Escritor
Humberto de Campos- Jornalista e Escritor
João Lisboa - Jornalista e Escritor
João Mohana - Escritor
Joaquim Gomes de Sousa - Escritor e Matemático
Joaquim Serra - Escritor
José Louzeiro - Escritor
Josué Montello - Escritor
Lino Moreira- escritor e Presidente da Academia Maranhense de Letras
Maria Firmina dos Reis - Primeira Poetisa e Escritora Maranhense
Nauro Machado - escritor
Rui Moreira Lima - Aviador militar brasileiro e autor do livro Senta a Pua!, no qual conta as memórias dos combates no teatro de operações na Itália.
Sotero dos Reis - Escritor
Sousândrade - Escritor
Viriato Correia - Escritor
Num país onde, segundo Luiz Gonzaga, as blusas terminam cedo e os shorts e as saias começam tarde, onde se incentiva as crianças ao mau-gosto musical, onde se enxerga romance e glamour no primitivismo estético das bandas de pseudo-forró, o "símbolo augusto da paz" que Olavo Bilac descreveu com tanto amor e carinho, virou um trapo sujo escondido na última gaveta da cômoda velha do quarto dos fundos, fedendo a fralda suja depois que a última banda de forró limpou o que sobrou da sua última inspiração "musical".
Olha, se escrever errado fosse crime e se crime no Brasil fosse punido, e punido com exílio, seria o fim dos congestionamentos, das faltas de leito nos hospitais, do desemprego, da crise energética, tributária e eleitoral. Só tenho pena dos pais ou da ilha remota que receberia essa cambada de gente que insiste em assassinar sua língua nativa com requintes de crueldade, digno da Família Manson.
Veja abaixo as pérolas retiradas da internet, com a referida fonte onde omito a identidade dos celerados.
eu adoro bike,adoro de mais mas jogos de xbox 360 tamben e agora que to com $$ no bolso quero compra mas nao sei qual me ajudem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
cara tem jogo barato da para compra os dois
O que mais te deixa irritado na vida? Tem sempre uma coisa que ninguém tolera !?
Falcidade e hipocrisia
Não tolero gente que fala mal dos outros e logo depois diz " Cada um com a sua vida né quem é agente pra julgar "
Você gosta de fazer pescaria ? Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta eu fasso todo final e semana!!g A natureza sempre vai dar a volta por cima ?
Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta
acho q um dia ela si cansa!!
Fonte:Yahoo Respostas
Alguns, defendem que "gênios" assim sempre existiram e que apenas a internet os trouxe para (argh!) perto dos nossos olhos. Eu tenho minhas dúvidas. Acredito que o problema não está em grafar uma palavra errada mas em não se importar em demonstrar que não sabe escrever. Isso sim, é uma calamidade.
Outra marca inconfundível de que vivemos tempos difíceis são os ECN (Especialistas em Coisa Nenhuma) que eu só não chamei de EPN por respeito à você que está lendo meu post neste exato momento. Mas é muito chata essa turma que passa dois dias morando de favor na casa da prima da vizinha de um cabo da aeronáutica e quando encontra os amigos dá longas explicações sobre aviação. Se um tipo desses tiver lido a cópia mimeografada do prefácio da biografia de Søren Kierkegaard, não vai fazer um, dois, três ou quatro, mas centenas de Discursos Edificantes e se acharão intelectualmente semelhantes a Martin Heidegger, Friedrich Hegel, Jean‑Paul Sartre, Friedrich Nietzsche ou Immanuel Kant. Isso CONCERTEZA!
Se fosse para cantar a famosa cantiga de páscoa da maneira como surgiu, começaria assim: Lebrezinha de Eostre que suas entranhas trazem de sorte pra mim?. Muito menos comercialmente interessante do que o conhecido Coelhinho da páscoa, que trazes pra mim? Já que a nossa cultura, mais uma vez misturou, até perder de vista, o sentido verdadeiro da páscoa.
A Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo e é o dia santo mais importante do calendário cristão. Depois que Ele se entregou à morte, ressurgiu ao terceiro dia e ascendeu aos céus prometendo que seu espírito estaria conosco todos os dias até a consumação do mundo.
Em alguns países cultiva-se a tradição de presentear parentes e amigos com ovos cozidos pintados com cores brilhantes. Essa tradição pagã não tem nenhuma relação com a verdadeira páscoa, fazendo alusão a Ostera, Ostara ou Esther uma deusa da primavera da mitologia européia da idade média que originou a festa denominada Easter essa deusa tem em suas mãos um ovo (simbolo de uma nova vida) e observa uma lebre (simbolo de fertilidade) que está saltitando ao seu redor. Ostara equivale a Deméter na mitologia grega e Ceres na mitologia romana. Já as sacerdotisas de Gefjun, eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (de onde vem a versão macabra do coelhinho da páscoa presente no primeiro parágrafo). Também trocavam-se ovos pintados para comemorar o Equinócio de Primavera (21 de março) e Eduardo I da Inglaterra começou a banhar ovos com ouro para presentear seus súditos preferidos. Luis XIV de França os mandava pintados e decorados como presentes, iniciando a moda de fazê-los artificiais (madeira, pedra, metais) até que um dia, um joalheiro chamado Karl Socatelli Gustavovich Fabergé ficou conhecido no mundo como Peter Carl Fabergé por seus famosos Ovos Fabergé criados originalmente para que o czar russo presenteasse seus familiares. E finalmente os ovos de chocolate, como os conhecemos hoje, vieram dos pâtissiers franceses - não se impressione, pâtissier é padeiro em francês - que recheavam ovos de galinha com chocolate depois de esvaziá-los da clara e da gema e os pintavam por fora.
Distantes destas informações, nossos parentes, amigos, vizinhos e conterrâneos batem de ombros em supermercados e lojas de conveniência para "garantir" o(s) ovo(s) de páscoa que estão sendo entregues hoje aos ansiosos chocólatras, mirins e adultos que "tão nem aí" se a mãe empenhou a calcinha ou se o pai deixou os dele para trazer os do coelho.
Eu não sei dizer exatamente porque, justamente no período onde os ensinamentos cristãos nos orientam a jejuar, existe tanta comilança de doce. Talvez com a finalidade de dar "uma afastada geral, só pra garantir" do verdadeiro sentido das coisas e deixar a mente das pessoas ainda mais anestesiadas para o conhecimento e para a construção de uma identidade cultural independente.
Exatamente uma semana antes do início dos quarenta dias de jejum da Páscoa, uma festa realizada num dia conhecido na França como Mardi Gras (terça-feira gorda em português) tem por objetivo comemorar os prazeres da carne. Tendo sua origem ligada a fartura e aos prazeres da abundância na vida das pessoas, no Brasil essa abundância acabou tendo uma interpretação diferente, gerando neste período uma quantidade enorme de "abundâncias" à mostra nas ruas e principalmente na TV.
Nada contra a uma bela abundância, até entendo que nossos instintos interpretem essas formas como "reprodutivamente viáveis", entendo também que o provérbio português (tudo demais é sobra) demonstra que alguns limites talvez tenham sido ultrapassados.
E por falar em limites, temos o consumo da cerveja e de todas as outras "colas" sociais usadas abusivamente durante o reinado do obeso, com seus limites sendo ultrapassados como se a sensatez fosse conduzida pelo Barrichello.
Muitos jovens viajam para as cidades do interior para passar o carnaval tomando todas e tomando decisões importantes sobre quem dirige o carro, se faz sexo ou não, se cheira ou não cheira, se fuma ou não fuma, no período em que há pouco sangue na corrente alcoólica. Espero que todos voltem sãos e salvos, que nenhum deles perca a vida. Principalmente agora que a quarta-feira de cinzas recebeu o componente "chuva forte" na viagem de volta dos foliões.
Ontem, enquanto comprava seis garrafas de água mineral em um supermercado para hidratar um programa família, acompanhei a aquisição de oito garrafas de vinho e o consumo de uma cerveja long neck por um senhor que pagou a bebida em dinheiro por estar sem condições de falar para a balconista se queria comprar a crédito ou a débito e muito menos digitar a senha do cartão. O mais triste é que ele não estava acompanhado e carregava as chaves de um carro em uma das mãos.
Espero que neste carnaval (e nos próximos) muitas ultimas cervejas não sejam abertas, muitos carros sejam dirigidos por pessoas sóbrias em lugar dos seus condutores embriagados, muitos desentendimentos virem no máximo fim de festa e não fim de vida, muitas famílias resistam e vençam a luta contra o álcool e o carnaval volte um dia, a ser uma celebração da fartura de vida e não uma sentença de morte regada a álcool, drogas e prostituição.